quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Você é meu (minha) amigo (amiga) se...

... Já saiu de casa de camisola muito tarde da noite só pra ouvir reclamações sentimentais minhas;

... Me ligava e ficava no mínimo 40 minutos cantando Ana Carolina no telefone e falando de problemas conjugais;

... Já deu brinquedinhos pro meu filho -  isso inclui chocolatinhos, e respeita os limites que uma criança (e que a mãe de uma criança) tem;

... Viaja e me mantém informada das coisas que acontece por mensagens curtas no celular, apenas por saber que é importante pra mim participar da sua vida, mesmo tão longe;

... Já deixou seus filhos comigo e foi se divertir, porque confia no meu amor por eles como se fossem meus sobrinhos de sangue;

... Já me viu chorarpor me achar péssima mãe e secou minhas lágrimas ;

... Já me confortou dizendo que "não era nada disso" quando eu me sinto uma boba pelas escolhas que eu fiz;

... Já comemos risoto de formiga (minha especialidade!);

... Já vimos filme, em noites de finais de semana, e depois o melhor era ficar acordado se fazendo entender através de palavras;

... Nos falamos com os olhos;

... Considera que sou sua irmã de alma;

... Preocupa com a forma de falar, porque sabe da minha sensibilidade;

... Temos afinidades que superam diferenças;

... Temos uma música que nos faz lembrar mutuamente um do outro;

... Eu já te maquiei pro seu próprio casamento;

... Você já me escovou os cabelos prum encontro que nem valeu a pena;...

... Me chama com algum apelido que só você me deu;

... Segura minha mão nas horas muito, muito difíceis, onde só estamos eu, você e minha insegurança;

... Sabe que eu sou doida por Madonna, Friends, Vampiros, Criança e gosta junto;

... Leu isso tudo e se identificou com uma ou muitas dessas frases!

amizade1

Aos meus amigos. Porque hoje eu acordei com vontade de dizer a todos eles, que a amizade se contrói com respeito, gratidão, afinidades e dia-a-dia. AMO-OS!

Inté! =)

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Ross??

Acho que já falei algumas vezes em Friends aqui. Todo mundo lá em casa adora... Davi sabe até cantar a música tema do seriado.

E daí que hoje eu entro numa comunidade do orkut e vejo uma foto de um dos gatchenhos protagonistas. Meodeos.. que decepção!! Na minha opinião, todo mundo tem que se cuidar: alma+corpo. Artistas e pessoas que tenham a vida ligada com a mídia principalmente...

Ross

 

Recado direcionado a minha irmã Ruiva: mulher.. veja se não é de sequelar.. tão gatchenho que era... sei que você prefere o "Joey", mas o Ross também não era de se jogar fora.. affs. Repetindo: Não ERA...

Outras informações: O yorkinho ainda não chegou. Esperando...

sexta-feira, 20 de março de 2009

Mamma Mia!!

Filme nota 06, pra mim. Mas vale a diversão e a vontade de dançar nas músicas!![/caption]



Minha mãe essa semana insistiu pra que eu visse esse filme.

Sabia que ia chorar. E chorei muito mesmo. Lembrando com muito carinho da minha mamys, e de como tem coisas que ela passou pra gente mesmo sem querer, como essa coisa do ABBA, CARPENTERS, Rock&Roll.. e olha que hoje ela quase nem escuta mais (falo do Rock, não tanto quanto antes).

A parte do filme que achei mais emocionante, é quando ela canta uma música pra filha, arrumando a filha pra o casamento. A letra é linda. Fala de como a gente faz planos pra aproveitar cada momento ao lado de pessoas especiais, e como nem sempre conseguimos isso. Pena. (letra abaixo)

Slipping Through My Fingers (tradução)

ABBA

Com a mochila da escola na mão
Ela sai de casa de manhã cedo
Acenando adeus
Com um sorriso distraído
Eu a vejo partir
Com uma onda daquela bem conhecida tristeza
E eu tenho que me sentar um pouco
O sentimento de que eu a estou perdendo para sempre
E sem realmente entrar em seu mundo
Fico feliz todas as vezes que
Eu posso compartilhar de sua risada
Essa menininha engraçada

Escorregando pelos meus dedos todo o tempo
Eu tento capturar cada minuto,
o sentimento nisso
Escorregando pelos meus dedos todo o tempo
Eu realmente vejo o que está na mente dela?
Cada vez que eu penso que eu estou perto de saber
Ela continua crescendo
Escorregando por entre meus dedos todo o tempo

Sono em nossos olhos
Ela e eu
Na mesa do café
Meio acordada
Eu deixo tempo precioso passar
Então quando ela se vai
Tem aquele ocasional sentimento melancólico
E um sentimento de culpa que eu não posso negar
O que aconteceu às aventuras maravilhosas?
Os lugares que eu tinha planejado para nós irmos
(escorregando pelos meus dedos todo o tempo)
Bem, algumas delas nós fizemos, mas a maioria não
E o porquê eu simplesmente não sei

Escorregando pelos meus dedos todo o tempo
Eu tento capturar cada minuto,
o sentimento presente
Escorregando pelos meus dedos todo o tempo
Eu realmente vejo o que está na mente dela?
Cada vez que eu penso estar perto de saber
Ela continua crescendo
Escorregando por entre meus dedos todo o tempo

Às vezes eu queria poder congelar a imagem
E salvá-la dos engraçados truques do tempo
Escorregando pelos meus dedos...

Escorregando pelos meus dedos todo o tempo

Com a mochila na mão
Ela sai de casa de manhã cedo
Dando adeus
Com um sorriso distraído

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NOTA: Desculpe, filho, as vezes que não posso estar com você como gostaria, e por te dar em muitos dias sobras dos meus dias cansados. Você é um anjo e só me traz alegria. Te amo.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Ninguém se Mata Por Amor

suicidio
(Silêncio)
- Por favor.
- Por favor o que?
- Não se mate.
- Ah, esquece. O sol está indo embora. Só falta um terço dele.
- Ninguém se mata por amor.
- Agora só tem uma lasquinha dele, bem vermelhinha.
- Olha, uma vez eu li um cara, um escritor chamado Cesare Pavese, que dizia assim: "Ninguém se suicida por amor. Suicida-se porque o amor, não importa qual seja, nos revela na nossa nudez, na nossa miséria, no nosso estado desarmado, no nosso nada."
- E o que aconteceu com ele, esse tal Cesare?
- Se matou.
(Silêncio)
(Caio F. Abreu - Antípodas)
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Ontem um menino me fez um comentário. Sobre o pai de Davi. Fiquei pensando que devo estar passando a mensagem errada. Não que eu não tenha passado por maus bocados enquanto estava casada. Só de falar nisso, fico cansada mentalmente. Acontece que tudo que passei com ele, foi por pura falta de afinidade.

Será que isso tá mesmo ficando claro? Não quero apontar vilões. E, se alguém é culpado aqui. Logicamente, esse alguém sou eu.

Não me perdôo pelas minhas escolhas. E mesmo assim, no final de tudo, ainda sou recompensada por elas em agora saber o que pra mim seria um ideal de relacionamento. E esse ideal se baseia na afinidade.

Nunca mais vou me deixar magoar, pois nunca mais vou me permitir estar ao lado de alguém que não pense como eu, não sinta como eu, não aja como eu.

E acho que o pai de Davi hoje é uma pessoa plena, feliz. Porque está na vida que sempre quis estar. Eu jamais soube dar a ele o que ele precisava. Sou uma pessoa subjetiva, ele é objetivo. Sou passional, ele racional. Como isso ia dar certo? As coisas que ele queria pra mim, nunca eram o que eu queria pra mim.

Não fazíamos nada que eu gostasse juntos. Adoro cinema, conversar com amigos, ficar em casa namorando... Ele gostava de família, praia e churrasco. Sou dos livros, ele dos números. Não é culpa dele. Não mesmo. Tudo que acontecia com a gente era reflexo de um amontoado de frustrações.

Ele acha lindo mulher independente. Eu sou extremamente dependente emocionalmente. Gosto de ser cuidada. Mas não falo de colocar comida e não deixar faltar nada em casa. Porque eu mesma consigo fazer isso. Seja lá como for.

O alívio chegou enfim. Poder respirar e ter algo que creio ser a coisa mais importante na minha vida: a tão esperada PAZ.