quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Vinte e sete

Curiosa como sou, pensei: que signo somos?
Somos de Capricórnio.

Capricórnio
De 22.12 a 30.12
Esta é uma relação superséria. Tanto o rapaz como a garota têm as melhores intenções e querem ficar juntos pela vida inteira. Simples transas nada têm a ver com o jeito deles. 


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De 01.01 a 10.01
Mesmo se curtindo, estes dois correm o risco de não ficar juntos. Para que isso não aconteça, devem se entregar mais e esquecer que a vida não é tão séria assim.
De 11.01 a 20.01
O negócio deste casal é trocar informações. Enquanto estiverem se complementando, tudo caminha às mil maravilhas. Mas quando o assunto acaba, a relação corre o risco de acabar.
 
 
... E há dois meses um beijo selou o meu destino...
 
Wendy.
 
Signos de Namoro completos, aqui.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Seu nome como verbo

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Para falar do nosso amor
Eu teria que reinventar as palavras.
Teria que reinventar as emoções que sinto
Quando olho pras todas as coisas que humanos apaixonados costumam olhar.

Como eu te falaria da lua cheia?
E sobre a forma de como percebo o mar?

Para falar do meu amor por você
Precisaria rever todas as formas de se dizer 'eu te amo'
e tentar reverter as convenções da fala.

Usarei o seu nome em forma de verbo
Aprenderei a falar palavras recém-saídas do nosso próprio vocabulário.
Reaprenderei a falar.

Mesmo assim,
nem assim,
palavras diriam,
o que você precisa perceber
sem que eu precise dizer.

Wendy.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Reescrever aqui

O presente é o que importa
Apenas o que precisa ser dito agora.
O que passou, passado.
Morto. Enterrado?
Definitivamente solucionado.
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Fazia um tempo eu sentia vontade de reler minhas antigas, e tentar perceber minhas mudanças internas. Achei que fosse ser algo menos cansativo do que tem sido. Mas descobri que o motivo principal de tanto desinteresse pelos meus antigos textos é porque não me reconheço mais neles.

A vontade era de excluir tudo de uma só vez. Começar tudo do zero.

E já comecei: Muita coisa foi apagada. Todas por falarem de outra pessoa que não sou mais eu. Quanto lixo foi escrito!

Deixei ainda as postagens sobre os livros que li e sobre os filmes que vi. Aos poucos pretendo também editá-los. Melhorar os textos já escritos, isso quando tempo houver e surgir a necessidade.

Esperar que a minha vontade de escrever aqui também volte aos poucos. Tenho postado coisas mais urgentes no FB e escrito as mais particulares em meu diário manuscrito.

E só por hoje: Confiar apenas em quem devo confiar. Falar menos. Expor-me menos. E me farei entender melhor.

Wendy.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Dentro daquilo

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Há alguns dias, Deus — ou isso que chamamos assim, tão descuidadamente, de Deus —, enviou-me certo presente ambíguo: uma possibilidade de amor. Ou disso que chamamos, também com descuido e alguma pressa, de amor. E você sabe a que me refiro.
Antes que pudesse me assustar e, depois do susto, hesitar entre ir ou não ir, querer ou não querer — eu já estava lá dentro. E estar dentro daquilo era bom.
Caio F. Abreu

House, o fim... [TENTATIVA de não-spoiller]

“We are who people think we are.” – “Nós somos o que as pessoas acham que nós somos” – House

Então depois de alguns anos finalmente cheguei ao fim. Confesso que me sinto meio deserdada. House me salvou de várias crises existenciais e depressivas. Alguns episódios me fizeram chorar, frases e pérolas inesquecíveis, quase todos me fizeram rir e, acima de tudo, cada minuto valeu muito a pena. Aprendi horrores. Me identifiquei. Sempre achei que tivesse um sentido cabalístico em mim: acontecia algo em minha vida, eu via o mesmo em House. Impressionante. Gosto dessas coisas que falam o que a gente pretende dizer. Vou sentir muitas saudades.

Inicialmente, a oitava temporada me decepcionou MUITO. Não sei se foi pela expectativa que eu criei. Deve ter sido mesmo. Geralmente quando gero expectativas num livro/filme, ele me decepciona. Enfim, eu comecei assistindo a oitava como se fosse uma insistência. E pra tentar entender o que raios o diretor (que era o próprio Hugh Laurie, por vezes) estava tentando fazer com o seriado. Pra onde aquilo levaria a história das pessoas que acompanhei por tanto tempo.

Enfim, nos dois últimos DVDs a coisa começou a melhorar. E não perdeu mais o ritmo até o final. Assisti os três últimos episódios ontem de um só fôlego. Me fez pensar numa série de coisas. Principalmente na máxima budista que diz: você não é nada. Você está. E a qualquer momento pode mudar de ótica e de vida, basta querer.

Ai, ai... Pena que acabou.
No mais, já estou na procura de um substituto pras minhas noites de espera.
Alguém sugere algo?


Wendy.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Ao som de Closer do Travis


"E quando eu vejo você então eu sei que estará perto de mim
E quando eu preciso de você então eu sei que você estará aqui comigo
Eu nunca vou te deixar...

Só preciso estar mais perto, mais perto,
Conte comigo agora
Conte comigo agora"



As coisas acontecem como tem que acontecer.
E tudo faz parte de uma linda matemática perfeita de não-acasos.
Feliz por ser o resultado dessas somas.

Wendy.