quinta-feira, 10 de junho de 2010

Comer Rezar Amar (2)


"Olho para o Augusteum e penso que, no final das contas, talvez a minha vida na verdade não tenha sido tão caótica assim. É apenas este mundo que é caótico e nos traz mudanças que ninguém poderia ter previsto. O Augusteum me alerta para eu não me apegar a nenhuma ideia inútil sobre quem sou, o que represento, a quem pertenço ou que função eu poderia ter sido criada para executar. Sim, eu ontem posso ter sido um glorioso monumento a alguém - mas amanhã posso virar um depósito de fogos de artifício. Até mesmo na Cidade Eterna, diz o silencioso Augusteum, é preciso estar preparado para tumultuosas e intermináveis ondas de transformação"

(ELIZABETH GILBERT, COMER REZAR AMAR, PG 112 - ED. DE BOLSO)

Como alguém que mora do outro a léguas de distância de mim pode me ensinar tanta coisa com sua jornada simples em busca de si mesma? Isso prova o quanto somos todos iguais mesmo.

Wendy.

Um comentário:

  1. Acho que no final da contas todo mundo tem os mesmo tipos de problemas!
    (E como sempre não tenho muito o que dizer nesses posts cultos seu! rsrsrs)
    Beijo

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